Que dormir pouco faz
mal, a maioria das pessoas já sabe! Mas cientistas de Boston foram além e
descobriram que não basta dormir um número certo de horas, é preciso ter
constância no tempo dormido em cada noite, não variando muito a duração desse
sono ao longo dos dias.
No estudo,
publicado no Journal of the American College of Cardiology, eles acompanharam
pessoas por quase 5 anos e perceberam que aqueles que tinham uma diferença de
duas horas ou mais de duração de sono em cada noite tiverem um aumento mais que
dobrado no risco de ter problemas cardiovasculares.
Como
o estudo foi feito.
Foram recrutados 1.992
participantes que tinham entre 60 e 70 anos e nenhum histórico de problemas no
coração;
Durante 7 dias eles
dormiram com um aparelho no pulso capaz de monitorar a atividade do sono;
Depois disso, eles
foram acompanhados com questionários sobre sua saúde por uma média de 4,9 anos;
Entre todos os
participantes, 111 tiveram eventos cardiovasculares no período de
acompanhamento;
Eles então perceberam
que as pessoas com mais irregularidades na duração do sono naquela semana
monitorada tiveram mais risco de ter tido um evento cardiovascular;
O dodos do estudo foram
ajustados, levando em conta o risco cardiovascular que aqueles participantes
tinham devido a presenção de hipertensão, diabetes ou colesterol e
triglicérides alterados.
Por
que isso é importante?
A duração do sono é um
hábito que pode ser mudado e, além dos benefícios à saúde do coração que o
estudo demonstrou, podem trazer melhoras para outras questões.
Dormir menos do que
deveríamos ou dormir mal tem efeitos imediatos no nosso organismo, como falta
de disposição, dificuldade de foco e concentração e menor retenção de
informações. E ao investir no seu sono você tem vantagens como:
1.
Equilíbrio na produção dos hormônios.
Os hormônios, principalmente o de crescimento e o hormônio cortisol, não são secretados de maneira contínua durante o dia. O ritmo circadiano, que é o ciclo biológico dos seres vivos e está alinhado à variação de dia e noite, é quem dá o sinal para que nosso organismo os secrete ou os produza.
Os hormônios, principalmente o de crescimento e o hormônio cortisol, não são secretados de maneira contínua durante o dia. O ritmo circadiano, que é o ciclo biológico dos seres vivos e está alinhado à variação de dia e noite, é quem dá o sinal para que nosso organismo os secrete ou os produza.
2.
Aumento do foco e atenção.
Com a mente sem descanso adequado, há a imediata diminuição da capacidade cognitiva e a redução de atenção e concentração. Com isso, temos dificuldade de manter o foco, principalmente para atividades mentais, como estudar, escrever, ler, elaborar um planejamento etc. Isso chama-se fadiga mental, popularmente chamada de 'cérebro cansado'.
Com a mente sem descanso adequado, há a imediata diminuição da capacidade cognitiva e a redução de atenção e concentração. Com isso, temos dificuldade de manter o foco, principalmente para atividades mentais, como estudar, escrever, ler, elaborar um planejamento etc. Isso chama-se fadiga mental, popularmente chamada de 'cérebro cansado'.
3.
Melhora no humor.
A fadiga mental afeta diretamente não só a memória, o foco e a atenção como também o humor. Sem o descanso da mente, aumenta a irritabilidade e diminui a paciência.
A fadiga mental afeta diretamente não só a memória, o foco e a atenção como também o humor. Sem o descanso da mente, aumenta a irritabilidade e diminui a paciência.


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