FONTE: Redação RedeTV!
(www.redetv.uol.com.br).
A Síndrome do Choque Tóxico é uma condição rara que afeta apenas
uma pequena parcela da população mundial a cada ano. No entanto, quando
ocorre, pode ser mortal para mulheres, homens e crianças, de acordo com
informações dos Institutos Nacionais da Saúde dos Estados Unidos (NIH).
A
doença é causada pela reação do corpo às bactérias, mais comumente a Staphylococcus,
segundo informações da Mayo Clinic. A síndrome é considerada mortal porque
ataca rapidamente o organismo com sintomas iniciais que são semelhantes aos da
gripe, como febre, náusea, vômitos, calafrios, dores de cabeça e no corpo e
erupções cutâneas semelhantes a queimaduras de sol nos pés e nas mãos.
A
condição foi relatada pela primeira vez pelo médico norte-americano James K. Todd, um
pediatra de Denver, Estados Unidos, que percebeu o estado em vários de seus
pacientes jovens.
Na década de
80, a incidência da síndrome aumentou significativamente e foi relacionada ao
uso de absorventes internos. Embora ninguém ainda tenha sido capaz de entender
o por que deles estarem causando uma infecção tão séria, campanhas de saúde
pública foram lançadas pelo mundo todo para alertar mulheres e meninas,
principalmente. Como por exemplo, uma jovem de 25 anos foi parar no
hospital após passar nove dias com o mesmo absorvente interno.
Os casos são
mais comuns entre mulheres de 13 a 25 anos e mais ainda em mulheres que fazem o
uso de absorventes internos. O que mostra uma forte indicação entre o uso dos
absorventes e o aparecimento da síndrome. No entanto, essa não é a única forma
de contraí-la.
A Síndrome do
Choque Tóxico também pode ser causada por infecções de pele, queimaduras ou
complicações de cirurgias. Uma vez que o tempo pela qual a ferida fica aberta
pode ser essencial para que as bactérias penetrem na pele.
No entanto, a
condição pode ser evitada. De acordo com o site Mother Nature Network,
para o caso dos absorventes é recomendado que eles sejam trocados regularmente,
e vale até considerar outras opções de produtos higiênicos femininos, a fim de
reduzir os riscos de contaminação.

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