FONTE: Redação/RedeTV! (http://www.redetv.uol.com.br).
Diagnosticada
com DST após uma noite de sexo casual e sem proteção, uma biomédica de 26 anos
se tornou embaixadora na Associação Americana de Saúde Sexual e vem se
dedicando a quebrar tabus sobre doenças sexualmente transmissíveis e sexo
seguro.
Segundo
contou Lauren ao site "Elite Daily", durante um encontro em 2016, sem
seu consentimento, um parceiro tirou a camisinha no ato sexual. Intitulado
"stealthing", ou dissimulação em português, a prática pode ser
considerada violação sexual mediante fraude e, até mesmo, estupro se realizado
contra a vontade da mulher.
Após o caso,
Lauren, que é graduada em biomedicina e informática da saúde, notou
sangramento em suas partes íntimas toda vez que fazia xixi e decidiu procurar
um médico. "Eu me senti tão repugnante naquele momento. Perguntei para o
médico se poderia ser um falso positivo. Para o meu espanto ele me disse que
falsos positivos eram raros", desabafou a jovem relatando a descoberta de
que tinha contraído clamídia. "Parecia tão nojento. Eu nunca pensei que
alguém como eu iria pegar algo desagradável como clamídia", completou.
Depois do
diagnóstico, a americana ficou surpresa ao descobrir que muito de seus amigos
também já tinham contraído uma DST e se deparou com espanto de que ninguém
comentava sobre o assunto. "Nós temos um longo caminho pela frente, mas se
eu tenho clamídia, então você pode ter também. De fato, uma em cada duas
pessoas pegam uma DST aos 25 anos hoje em dia. Isso quer dizer que é você ou um
dos seus amigos", afirmou Lauren à publicação.
"Desde
que passei por essa experiência, eu tenho tentado fazer algo melhor de mim
mesma. Eu realmente não recomendo sexo desprotegido, a menos que você tenha
visto os testes de alguém e que você tenha certeza que eles são monogâmicos com
você. E mesmo, assim, você não pode ter certeza", completou.


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