FONTE:
, https://universa.uol.com.br
, https://universa.uol.com.br
Uma mulher que nasceu
sem o aparelho reprodutor conseguiu engravidar dois anos após ter se submetido
a um transplante de útero. A canadense Kayla Edwards, de 27 anos, foi diagnosticada
aos 16 com uma doença rara, conhecida como Síndrome de Rokitansky ou MRKH.
A
condição afeta 1 em cada 4.500 mulheres e apesar de não haver alterações no
desenvolvimento, pessoas com a doença não menstruam e nem podem engravidar.
De acordo com o jornal
inglês "Daily Mail", em 2017 a jovem se submeteu a um transplante
raro na Universidade Médica Baylor, no Texas.
Por três vezes desde então os
médicos tentaram, sem sucesso, inseminar o novo útero.
Em janeiro de 2019
Edwards se tornou a primeira mulher na historia dos Estados Unidos a conseguir
engravidar.
Antes disso o procedimento havia sido realizado com sucesso na
Suécia, que foi a pioneira, China, Alemanha e Turquia.
Segundo o site
"Bologna Today" o
procedimento teria custado cerca de
58 mil dólares
- o equivalente a 229 mil reais. Para realizar o sonho de engravidar, Edwards e
o marido se mudaram de Vancouver, no Canadá, para os Estados Unidos.
"Foi muito difícil
porque toda a nossa família está lá. Não conhecemos ninguém no Texas.
Mas
quando surgiu essa oportunidade, sabíamos que não dava para deixar a chance
passar sem ao menos tentar", contou a jovem, que demorou um ano para
encontrar um doador.
"Nós deitamos na
cama e sonhamos com o seu rostinho e ficamos imaginando com quem ela vai se
parecer.
É muito empolgante. É um sonho que se realizou", afirmou Edwards,
que espera uma menina.
A canadense também deseja que a sua historia possa
inspirar outras mulheres com a mesma síndrome que perderam as esperanças de
engravidar.
"A razão pela qual
eu estou fazendo isso é para dizer que eu também fiquei assustada em falar do
assunto.
Infertilidade ainda é um tabu para muitas mulheres que preferem não
falar disso. Agora elas podem olhar para mim e terem esperança".


Nenhum comentário:
Postar um comentário